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domingo, 26 de julho de 2009

ENTRE O BEM E O MAL

Estava aqui pensando...

Uma das coisas mais importantes que Deus nos deu foi a nossa consciência. Ter consciência é ser livre. Estar consciente do certo e do errado, da maldade e da bondade é estar livre para agir. Não sei se precisamos de regras sociais para nos orientar sobre o que podemos ou não fazer. É muito simples, passo 1 se colocar no lugar do outro, passo 2 não fazer com os outros o que você não gostaria que fizessem com você. A consciência opera também para pensarmos nas conseqüências de nossas atitudes. Seguir determinado caminhado, tomar determinada decisão, afetará outras pessoas?

Para explicar melhor, peço meu corriqueiro auxílio ao dicionário:

Consciência: Capacidade que o homem tem de conhecer valores e mandamentos morais e aplicá-los nas diferentes situações.
(Dic. Michaelis)

Na minha concepção todos nós nascemos com os valores básicos e aprendemos ao longo da nossa existência o restante. Assim como nascemos com necessidades fisiológicas e a partir daí desenvolvemos o resto. Mas então porque algumas pessoas agem de forma tão diferente das outras? Por que existe crueldade? Será que há casos de deslize de consciência? Isto é, será que alguns homens são capazes de distinguir valores e situações em determinados momentos e em outros não? Ana Beatriz Barbosa Silva, autora do livro mentes perigosas defende a idéia de que os psicopatas, por exemplo, não possuem consciência. Eu discordo. Acredito que todos nós possuímos consciência, a diferença é que alguns simplesmente não se importam ou não se afetam com o que a consciência diz. E nesses casos a discussão é muito mais ampla.


Bem, mas a minha intenção não é aprofundar este assunto sobre consciência rumo à filosofia, psicologia ou neurologia, e nem que quisesse teria conhecimento para isso. Sou apenas uma leiga exprimindo pensamentos sobre a liberdade de ser consciente.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

POR QUE VOCÊ NÃO QUER MAIS IR À IGREJA?


Quem me conhece sabe que não tenho uma religião definida. Não por modismo ou porque é cool ser anticonvencional, mas eu simplesmente não acredito em tudo que dizem que tenho que acreditar, principalmente porque na maioria das vezes acreditar em determinada coisa limita acreditar em outras. Além disso, acho que o mistério entre o céu e a terra é tão grande que seria prepotência pensar que entendo alguma coisa sobre a fé. Posso dizer então que apenas não acredito em um Deus que nos julga a partir da nossa religião e acho que isso resume tudo.

E afinal o que é religião? Procurei ajuda no pai dos burros (como dizia meu avô) e encontrei um verdadeiro acervo de definições bem variadas, e até sinistras, diga-se de passagem. Optei por não colocar tais definições neste blog, pois como são descritas no dicionário não irão acrescentar em nada este post. Mas se ainda sim tiver curiosidade, vai fundo: http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=religião

Enfim, uma ótima leitura sobre Religião, Igreja, Crença e Fé, é o livro Por que você não quer mais ir à Igreja dos autores Wayne Jacobsen e Dave Coleman. No mesmo estilo de A Cabana de William P. Young - Leitura fácil com uma história leve sem deixar escapar a didática. Um livro que de forma alguma faz campanha contra qualquer religião, mas que considera pontos críticos naquilo que consideramos hoje Igreja.
Para os fanáticos religiosos, críticas à vista.
Seguem alguns trechos do livro que particularmente gostei muito:

“Igreja é uma palavra que não identifica um local ou uma instituição. Ela descreve um povo e como os membros desse povo se relacionam uns com os outros...”

“Jesus não fala da Igreja como de um lugar aonde se vai, mas como um modo de viver na relação com Ele e com que Os seguem”

“Jesus não nos deixou um sistema; ele deixou seu espírito. Deixou um guia, não um mapa.”

“Não podemos amar o que tememos. Não podemos estimular uma relação com que está sempre analisando nosso desempenho...”

sexta-feira, 3 de julho de 2009

JORNALISMO ONLINE

Gosto muito da praticidade e da rapidez com que as notícias chegam até nós através dos jornais digitais. Mas confesso que me incomoda um pouco, quer dizer muito, o fato de que para atingir o objetivo da notícia em primeira mão os meios de comunicação estejam perdendo alguns preceitos básicos do jornalismo. Onde foi parar a importância das fontes? Não existe mais revisão de texto? Ainda há seleção de matérias?

Muito relevante, não?

Não sou uma espécie de revolucionária esquerdista e não conformada com as mudanças decorrentes da era digital. Acredito sim, que se possa fazer jornalismo adaptável à velocidade dos meios digitais, porém sem perder o foco naquilo que deve ser primordial. O imediatismo da notícia não pode sobrepor-se a principal função do jornalismo: Informar.



Horas depois essa notícia publicada em todos os jornais foi dada como falsa, e sinceramente neste momento não sei mais qual a sua veracidade.


E pegando carona no tema sobre jornalismo, aproveito para indicar um ótimo comentário sobre diploma e jornalismo publicado no JB online. Também sou contra a não obrigatoriedade do diploma, e a matéria apresenta 243 argumentos defendendo o diploma.
http://www.jblog.com.br/informejb.php?itemid=13646